terça-feira, novembro 04, 2008
Um momento de pluralismo
Daqui.
Não é que eu acredite nisto, é claro. Mas achei muita piada aos miúdos. (O YouTube tem a letra.)
segunda-feira, novembro 03, 2008
Uma certa ideia da América (2)

Imagem retirada daqui.
Tem-se assinalado muitas vezes que, se as eleições norte-americanas fossem decididas pelos europeus, Obama ganharia por margem esmagadora. Esta observação tem sido frequentemente feita com uma boa dose de cinismo e mesmo de sarcasmo; afinal de contas, quem vota nas eleições norte-americanas são os norte-americanos. O que se tem notado menos é que esta simpatia dos europeus por Obama, este encantamento, esta mania, revela muita vontade de gostar da América. Porque Obama, seja lá aquilo que venha a ser, é americano - como indivíduo, como personalidade, como imagem, como história de vida. Não é nem podia ser europeu. Se é amor, não é narcisista.
Ora, é muita vontade de gostar da América, depois de anos maus. Mas aqueles mesmos que andaram a distribuir acusações de antiamericanismo («primário», sempre «primário») são os que agora fustigam a credulidade da esquerda e o seu entusiasmo em relação a Obama.
Haja paciência. Eu até era capaz de lhes achar graça, se não vivesse aqui.
sábado, novembro 01, 2008
Monsieur de La Palice goes to America
quinta-feira, outubro 30, 2008
Pub.

Desta vez é sem novidade, mas faz uma capa bonita.
Quem gostar de ironia trágica, pode entreter-se a ler o editorial de há oito anos, a apoiar George W. Bush.
quarta-feira, outubro 29, 2008
segunda-feira, outubro 13, 2008
Aliás: este post do Pedro Magalhães já não faz exatamente parte de «um blogue sobre sondagens e estudos de opinião». É parte de um projeto paralelo, a que por conveniência podemos chamar O Céu sobre Columbus, Ohio.
Hope
«Tenho assim um palpite sobre o partido em que a maior parte das pessoas abaixo estão a votar.»

[early voters em Columbus, Ohio. Foto e legenda de Pedro Magalhães]

[early voters em Columbus, Ohio. Foto e legenda de Pedro Magalhães]
sábado, outubro 11, 2008
Se tiverem meia-hora ocupada com uma coisa rotineira, como ver a bola ou passar a ferro, experimentem ouvir a entrevista do Miguel Esteves Cardoso ao Carlos Vaz Marques, na semana passada. Em princípio, deve ser só questão de seguir este link. Acho que gostei mais da primeira metade do que do resto, mas, de qualquer forma, o importante é isto: neste último ano ou assim, tenho achado graça ao Miguel Esteves Cardoso como não achava desde os anos 80. E isto, se for verdade, é um milagre.
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